Mostrar mensagens com a etiqueta Teresa Mineiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Teresa Mineiro. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Colette














Existente desde 1997 e criada por Colette Roussaux e Sarah Lerfel, sua filha, na Rue Saint-Honoré, Paris, Colette é uma concept store “styledesignartfood” que visiona atingir um público jovem, sedento de novidades, e surpresas.



Esta loja parisiense de 3 pisos vende um conceito novo e muito peculiar - original, exclusiva, interessante, audaz - vendendo desde Nike a YSL, de vinis míticos a cd’s de música vanguardista, de jóias caríssimas a cadernos baratos, entre um “Water Bar” onde é possível fazer cursos de cozinha (e escolher entre mais de 100 águas diferentes) à área de exposições de novos artistas, no último andar, onde mensalmente é apresentado um novo artista, conhecido ou desconhecido. Todas as peças parecem escolhidas a dedo, mas a grande velocidade e apesar do mix total de produtos, há uma grande unidade conceptual.


Tudo tem um ar clean, não conservador, muito ousado, pronto a ser levado para casa ou directamente para a rua. Inúmeros eventos e parcerias são realizados com uma adesão incrível, como é o caso do projecto SONY PSP, onde vários designers criaram bolsas para guardar este “brinquedo”.

Mundialmente famosa pela forma artística como expõe os produtos, por exemplo, nas montras, a loja repensa e recria constantemente a maneira como os consumidores observam, interagem e compram.

Um dos muitos exemplos de artistas promovidos pela Colette é a parceria com o artista Todd Selby que, em colaboração, criaram uma Selby pop-up store dentro da loja. O fotógrafo é o curador do Selby Space, onde se encontram produtos que combinam com a sua arte. Produziu também um livro especial com as fotos seleccionads para a exposição.




Impossível sair da Colette sem um saco na mão, por mais pequeno que seja.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Ralph Lauren

Por mais do que uma vez visitei a loja Ralph Lauren em Londres, na New Bond Street e de todas as vezes me senti em casa. Como que em férias na montanha, numa casa antiga e luxuosa, com o frio lá fora e uma lareira quente à minha frente, sofás de couro velho e pormenores indispensáveis para o conforto que estes dias pedem, como almofadas, quadros de “antepassados”, tapetes gigantes, madeira por todo o lado, mesmo que na realidade estejam 30ºC na rua. Faz lembrar também um clube americano reservado a uma elite de pessoas influentes, refinadas e de grande importância, visualizo pessoas em tertúlia, falando discretamente ao som de jazz, entre uma nuvem de fumo de charutos e cachimbos.
A ideia é evocar um local frequentado pela alta sociedade nova-
iorquina para que o comprador se sinta não só num ambiente elegante e familiar como, principalmente, compelido a comprar as coisas bonitas que a loja contém que vão desde o mais simples pólo, ao vestido de noite mais distinto, passando por acessórios até ao andar inferior, onde se vende o próprio ambiente, com a Ralph Lauren Home. Esta tornou-se ao longo dos anos a marca mais forte na “Lifestyle Industry”, baseada no ideal de Lauren em relação à existência americana. E multiplica-se em várias outras marcas, como Club Monaco, Polo, Rugby e as várias "Labels," mais ou menos acessíveis, mas sempre aspirando a esse tal modelo de vida entre o citadino luxuoso e o country confortável.